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A partir deste sábado, 27, a marajoara Cachoeira do Arari será a quinta cidade a receber a caravana fluvial Mambembarca, que leva teatro a onze municípios riberinhos do Pará e já passou por Belém, Gurupá, Breves e Curralinho.


A mostra em Cachoeira inicia no sábado com o espetáculo Parésqui, prossegue no domingo com Solo de Marajó, ambos do grupo paraense USINA, e encerra na segunda-feira com Dezuó - Breviário das águas, do Núcleo Macabéa (SP). As apresentações acontecem na escola Adaltino Paraense, sempre oito da noite, com entrada gratuita. O espetáculo-cerimônia Pachiculimba, a mais recente criação do USINA, será apresentado ao entardecer da segunda-feira, no quintal do Museu do Marajó, para uma plateia de apenas 30 espectadores previamente selecionados.


Paralelamente à mostra, artistas da cena local poderão participar, sempre pela manhã, das oficinas Dramaturgia Pessoal do Ator, com Claudio Barros, e Mímesis Corpórea, com Valéria Andrade.


Depois de Cachoeira, a caravana segue para Ponta de Pedras (de 31 a 2 de agosto) e Muaná (4 a 6 de agosto), quando encerra a segunda etapa, na Ilha de Marajó.


A terceira e última etapa acontece de 10 a 27 de agosto, na região do Tapajós, incluindo as cidades de Monte Alegre, Óbidos, Alenquer e Santarém, onde a caravana termina.


O projeto Mambembarca - O teatro vai de proa pelos rios do Pará é uma realização do grupo USINA, com financiamento do Programa Rumos Itaú Cultural Edição 2017/2018 e apoio local da Fundação Cultural do Pará, Centro de Danças Ana Unger e Sol Informática.



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  • netosilvaalberto

Gurupá, Breves e Curralinho foram as primeiras cidades a receber a caravana Mambembarca, que leva quatro espetáculos teatrais e mais oficinas para artistas da cena ao interior do Pará.


Uma linda plateia formada por pessoas de todas as idades assistiu com curiosidade e interesse às apresentações e participou dos calorosos bate-papos realizados ao final de cada sessão, quando eram debatidos temas que iam desde o conteúdo das poéticas apresentadas até os desafios enfrentados pelo movimento teatral do lugar.


Nesta sexta-feira, 26, a trupe formada pelos integrantes do grupo paraense USINA, idealizador da ação, e do Núcleo Macabéa (SP), coletivo convidado, segue para a segunda etapa da caravana, percorrendo Cachoeira do Arari (27 a 29), Ponta de Pedras (31 a 2 de agosto) e Muaná (4 a 6).

Nos próximos dias, divulgaremos informações detalhadas de toda a programação.


As fotos de Alberto Silva Neto são das apresentações em Curralinho.


A ação artístico-pedagógica Mambembarca - O teatro vai de proa pelos rios do Pará é financiada pelo Programa Rumos Itaú Cultural Edição 2017/2018 e tem apoio da Fundação Cultural do Pará, Centro de Danças Ana Unger e Sol Informática.








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  • netosilvaalberto

O espetáculo Parésqui (foto) abre, na noite desta sexta-feira, 19, a mostra de espetáculos da caravana fluvial Mambembarca na cidade de Curralinho, na Ilha de Marajó. No sábado, 20, e no domingo, 21, será a vez de Solo de Marajó e Dezuó - Breviário das águas. As sessões gratuitas acontecem no pátio interno da Escola Profa. Lindalva Pinho, sempre às 20h.

Curralinho é a quarta das onze cidades ribeirinhas do Pará contempladas pela caravana, que começou em Belém, no dia 3, e depois passou por Gurupá e Breves.

Além dos espetáculos, Curralinho vai receber oficinas para artistas da cena intituladas A dimensão pública do ato teatral e Mímesis Corpórea, conduzidas respectivamente por Patricia Gifford e Nani Tavares.

A caravana Mambembarca é um projeto do grupo paraense USINA, com financiamento do Programa Rumos Itaú Cultural Edição 2017/2018. O Núcleo Macabéa, de São Paulo, participa como grupo convidado.

Depois de Curralinho a trupe Mambembarca segue para outras três cidades do Marajó: Cachoeira do Arari (de 27 a 29), Ponta de Pedras (de 31 a 2 de agosto) e Muaná (de 4 a 6), encerrando a etapa marajoara da caravana.

Mambembarca conta com apoio da Fundação Cultural do Pará, Centro de Danças Ana Unger e Sol Informática.

A foto é da apresentação de Parésqui em Breves. A autoria é de Alberto Silva Neto.

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