A caravana MAMBEMBARCA sobe o rio Amazonas de Belém a Santarém, entre 03 de julho e 27 de agosto de 2019, levando gratuitamente quatro espetáculos e oficinas de teatro a 12 municípios do Pará.

No trajeto, passa por Cachoeira do Arari, Ponta de Pedras, Muaná, Curralinho, Breves, Gurupá, Almeirim, Monte Alegre, Óbidos e Alenquer.
 
Os espetáculos são Parésqui, Solo de Marajó e Pachiculimba, do repertório do grupo paraense USINA. Dezuó, breviário das águas, do Núcleo Macabéa (SP), completa a programação, como convidado.

Em Belém e Santarém, haverá o evento Para pensar um teatro da floresta, com ciclos de debate para refletir sobre as dimensões cultural, social e política de fazer teatro na Amazônia. 

Ao final será publicada uma revista, em versão impressa e digital, com relatos da experiência.
 

Espetáculos

Dezuó, breviário das águas

Narra a trajetória do menino Dezuó e sua família desde a expulsão da comunidade onde vivem, por causa da construção de uma hidrelétrica, até a chegada a uma cidade grande.
Atuação: Edgar Castro. Dramaturgia: Rudinei Borges. Direção musical/músico em cena: Juh Vieira. Direção de arte: Telumi Hellen. Assistente de arte: Andreas Guimarães. Iluminação: Felipe Boquimpani e Maira Nascimento. Direção: Patrícia Gifford.

Solo de Marajó

Sozinho sobre o palco vazio, um ator narra 8 histórias do romance Marajó, de Dalcídio Jurandir, para fazer um retrato dos povos que habitam pequenas cidades da Amazônia.
Atuação e figurino: Claudio Barros. Dramaturgia: Alberto Silva Neto, Claudio Barros e Carlos Correia Santos. Operação de luz: Cláudio Melo. Iluminação, encenação e direção: Alberto Silva Neto.  

Parésqui

Duas atrizes imitam gesto e fala de 8 pessoas de uma família de ribeirinhos que habitam a Ilha do Combu, em frente a Belém, para narrar fragmentos de suas histórias de vida.
Atuação: Nani Tavares e Valéria Andrade. Dramaturgia: Alberto Silva Neto, Nani Tavares e Valéria Andrade. Desenho de som: Leo Bitar. Figurinos: Anibal Pacha. Cenografia e iluminação: Patrícia Gondim e Manoel Pacheco. Operação de som: Cláudio Melo. Operação de luz: Nandressa Nuñez. Encenação e direção: Alberto Silva Neto.

Pachiculimba

Um ator busca inspiração em saberes de povos indígenas para narrar sua mitologia pessoal, em encenação-cerimônia que conta com a participação de um ator-sonoplasta.  
Atuação: Claudio Barros e Cláudio Melo. Dramaturgia: Alberto Silva Neto e Claudio Barros. Sonoplastia em cena: Cláudio Melo. Figurinos: Cláudio Rêgo. Encenação e direção: Alberto Silva Neto.

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